Nosso blog é um cantinho de reflexão. Mensagens Espíritas e Espiritualista de várias religiões. Um recanto de luz.
quinta-feira, 27 de março de 2014
Fitoenergética e Vidas Passadas
Para entender a natureza da reencarnação na existência humana, precisamos compreender que inegavelmente o mundo, o universo caminha sempre para a frente, assim como a correnteza do rio, que flui, sempre em um único sentido.
Nossa causa maior é a evolução. Mesmo com tantos problemas e conflitos, esse progresso se dá na humanidade, dia após dia, ano após ano. É algo incontestável, basta olharmos para a história da vida no Planeta e constatarmos através de inúmeras formas, que a evolução nunca parou, independente da vontade dos homens. Contudo, seria impossível que essa evolução necessária para humanidade se processasse no tempo limitado de uma só existência. Em uma só vida haveria condições de se corrigir todas as nossas falhas de caráter?
Em uma só experiência será que poderíamos dizimar de vez o medo de nossas almas? Ou a raiva?
Em uma só encarnação seria possível compreender a miséria ou a riqueza? A alegria ou a ou tristeza?
Por que algumas pessoas têm histórias de vida cheias de conflitos, acontecimentos traumáticos e verdadeiras desgraças, enquanto que outras experimentam a riqueza material, acesso à cultura e condições privilegiadas desde o berço?
Deus seria tão injusto assim, ao ponto de cometer tais diferenças?
Se em uma vida a pessoa comete graves equívocos, não teria mais a oportunidade de consertar seus erros no futuro?
Aquele que mata, rouba e destrói, sai imune da vida, após a morte, mesmo cometendo tantas atrocidades?
É possível roubar, destratar, enganar, agredir, que quando a morte vem, simplesmente tudo acaba?
A visão equivocada das linhagens religiosas tradicionais do ocidente entende a morte como o fim de nossas vidas, a perda irreversível de alguém. A cultura do feriado de finados, de ir ao cemitério levar flores aos entes queridos, é uma percepção distorcida baseada na crença de que o cemitério hospeda o morto em seu descanso eterno, ou que o local de seu enterro seja o portal de comunicação com ele. Essa é apenas uma amostragem que revela o nível de consciência que a maioria das pessoas tem acerca da morte. Algo alarmante.
Precisamos compreender que a alma é imortal, a vida uma escola, cada existência é um estágio, assim como cada ano no ensino tradicional também é. Tudo é cíclico. Voltamos para a dimensão física, vida após vida, sempre com o objetivo da purificação da personalidade inferior. Mas como a cultura ocidental impregnada na nossa consciência, caracterizada pela influência do equivocado dogma não reencarnacionista das religiões ocidentais, e de que a morte é uma desgraça, somos estimulados a sofrer por antecipação. Isso pela percepção que temos de que a morte é uma perda.
E assim caminha grande parte da humanidade, iludida, equivocada da real função da morte, ou melhor, da saída final da consciência do corpo físico.
Precisamos observar mais a natureza, aprender com os ciclos da vida e compreender definitivamente que a nossa alma é imortal. As características individuais do nosso modo de agir e de reagir são as tendências que já trazemos latentes conosco (não morrem) e que, no confronto com as situações da vida terrena, passam a manifestar-se. São modos de pensar, de sentir e de expressar-se que trazemos em nossos corpos energéticos, que nos caracterizam e que já nascem conosco. Nós não formamos uma personalidade, nós a revelamos. Somos um Ser de vários corpos, sendo o físico o único facilmente visível, por isso parece que apenas ele existe. Nossa meta é aprender a curar essa personalidade congênita e os vegetais podem muito bem contribuir nessa tarefa.
As doenças da personalidade congênita
É comum observar que muitas pessoas procuram a cura energética para problemas crônicos e que geralmente já tentaram de tudo e nenhum efeito animador foi obtido. É comum o relato de pessoas portadoras de alguma debilidade física, emocional, mental e até espiritual que por muitos anos, e até mesmo desde que nasceram, vêm buscando encontrar a cura, sem obter êxito.
O ser humano está encarnado neste planeta com o objetivo de seguir crescendo na escala da evolução, e assim o vem fazendo. O fato é que a alma é imortal, responsável por moldar o corpo físico a cada reencarnação.
A sétima camada do campo de energia é a parte mais espiritual do ser. É ali que reside a essência divina de cada indivíduo, e é nesse nível que estão armazenados os registros de vidas passadas.
A Psicoterapia Reencarnacionista, a terapia que lida com a alma imortal e a personalidade congênita, explica muito bem esses assuntos, e sem dúvida alguma constitui uma ferramenta potente para resolver questões ou encontrar respostas que realmente podem melhorar nossas vidas. O esclarecimento disso é importante para compreender que, muitas vezes, um problema físico, mental, emocional e até espiritual de hoje, tem origem no passado. Tanto nesta vida, quanto em vivências passadas.
Fisicamente, um padrão muito comum é encontrado. É o miasma - doenças, marcas, cicatrizes congênitas, ou até defeitos físicos -, que tem origem em vidas passadas, que às vezes se transforma em doenças crônicas na existência atual do indivíduo. Existem casos, por exemplo, em que numa vida passada a pessoa foi envenenada, e na atualidade sofreu e sofre grandes dificuldades com o estômago e garganta. Outro exemplo é de uma pessoa que tinha dores de cabeça inexplicáveis por mais de vinte anos, e a origem era de uma vida anterior em que havia sido pisoteada até a morte por inimigos em uma briga.
Também existem traumas desta vida, que acabam transtornando a personalidade de um indivíduo. Um acidente de automóvel sofrido na infância, por exemplo, pode impossibilitar por muitos anos a pessoa adulta de ter coragem para dirigir. Muitos outros exemplos poderiam ser apresentados para explicar esse mecanismo de doença que ultrapassa barreiras de espaço e tempo. Esses aspectos estão presentes com frequência nos dias de hoje e jamais devem ser ignorados. Veja a seguir alguns exemplos que podem identificar problemas que tenham origem em um tempo passado ou vida atual:
- É sempre um desafio, em vários setores de sua vida;
- É considerado congênito;
- É um trauma sem explicação aparente;
- Manchas, cicatrizes ou defeitos físicos congênitos;
- Não existem razões lógicas para ocorrer;
- Causa pânico e uma sensação de paralisia interna;
- Envolve uma carga emocional excessiva, até desproporcional, quando o assunto está em questão.
Atuação Fitoenergética em debilidades com origem em tempos passados
O ser humano possui em suas células registros denominados akhásicos, que também armazenam informações de vidas passadas, gravadas a ?ferro e fogo? na estrutura celular. Isso equivale a dizer que a pessoa tem em seu padrão celular o registro de tudo que já viveu e ao que foi submetido. Além do mais, esses registros também armazenam informações de traumas da infância, adolescência e os mais recentes. Quando a doença ou desequilíbrio tem origem em vidas passadas, é indispensável que o composto Fitoenergético seja capaz de acessar esses registros. Se isso não ocorrer, a eficiência dos resultados pode ser pouco significativa...
A chave de ação nos registros de vidas passadas é utilizar alguns vegetais que tenham essa função específica. Dessa forma, vai conduzir energia ao objetivo que se destina, abrindo passagem para qualquer tempo ou dimensão, onde está a causa e origem dos problemas atuais. Em resumo, o vegetal que atua nesses casos funciona como uma ponte de acesso à origem do problema que precisa ser sanado.
Essa classe de vegetais, chamada de condutores, tem a função de direcionar e conduzir a energia para o ponto específico, causador da dor, doença ou comportamento negativo. Essa propriedade torna o vegetal condutor indispensável no composto Fitoenergético, para fazer com que a força curativa e vitalizadora chegue até a origem do problema, transcendendo barreiras de espaço e tempo.
Contudo, é importante lembrar que a doença tem um papel fundamental na evangelização da alma humana. A enfermidade só existe pela necessidade que tem de ajudar a pessoa a evoluir, educar-se espiritualmente. Dessa forma, em muitos casos, faz-se necessário que a pessoa procure um Psicoterapeuta Reencarnacionista que lhe ajude nessa busca por reforma íntima.
Considero que existem ótimas escolas e terapeutas no Brasil preparados para oferecer essa terapia que lida com a reencarnação e as vidas passadas, no entanto, acho sensato evidenciar que o trabalho desenvolvido pela ABPR (Associação Brasileira de Psicoterapia Reencarnacionista) é digno de elogios, pela seriedade e conduta ética. Por isso, sugiro que você conheça um pouco mais o trabalho dessa escola e dos psicoterapeutas reencarnacionistas formados por ela. Para saber maiores informações, recomendo o site www.abpr.org .
Os vegetais que modificam padrões de comportamento
O indivíduo, em sua existência e caminhada, tende a repetir certos padrões de conduta e comportamento muitas vezes negativos. Na maioria dos casos, a pessoa não tem a consciência do comportamento, pois ocorre de modo natural em sua vida, já que está totalmente impregnado em sua personalidade congênita.
A vibração energética dos vegetais atua em padrões sutis da energia, gerando um processo de desprogramação que pode ser inconsciente ou consciente. Esse processo faz o indivíduo alterar essas repetições de padrões negativos de comportamentos e atitudes.
A memória energética vegetal é capaz de promover modificações no fluxo energético, contribuindo para uma redefinição de padrões. Essa atuação nos campos de energia mais sutis integra a personalidade e conecta o ser com a sua mais pura e qualificada essência. Assim, cria-se uma potencialidade capaz de gerar desbloqueios que transcendem alguns setores e dimensões, menos explorados e conhecidos da energia.
O padrão de energia criado alinha a forma do campo energético que se configura de acordo com as propriedades fornecidas pelos vegetais usados. O resultado é uma nova consciência e conduta, fornecendo ao indivíduo uma personalidade mais equilibrada e saudável, característica marcante das almas mais evoluídas e angelicais. Bruno J Gimenes
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